Ter um diploma internacional pode ser excelente
para a carreira, mas, também extremamente 'pesado' para as finanças. Um
levantamento feito pelo HSBC revela quais são os países
mais caros para se estudar.
Em primeiro lugar está a Austrália, com custo anual
médio (mensalidade) de US$ 25,3 mil, seguido dos Estados Unidos, que exige
cerca de US$ 25 mil por ano. O ranking ainda traz o Reino Unido (US$ 19,2 mil),
Emirados Árabes (US$ 21,3 mil), Canadá (US$ 18,4 mil), Singapura (US$ 14,8
mil), Hong Kong (US$ 13,1 mil), Japão (US$ 6,5 mil), Rússia (US$ 3,1 mil) e
China (US$ 3,9 mil). Entre os mais baratos estão Taiwan (US$ 3,2 mil), Espanha
(US$ 1 mil) e Alemanha (US$ 635).
O estudo revela também a média anual de custo de
vida e o total desembolsado por um estudante durante um ano no país. (veja a
tabela abaixo) Atualmente, 3 milhões de pessoas cursam o ensino superior
em um país estrangeiro. Vale lembrar que, segundo a revista britânica Times
Higher Education, as cinco faculdades com as melhores reputações do mundo em
cursos de TI são norte-americanas e britânicas: Harvard, MIT, Cambridge, Oxford
e Berkeley. Para quem se interessou em saber quais cursos as faculdades
oferecem e como funcionam os processos de admissão, clique aqui. Aproveite e veja aqui opções brasileiras de
graduações em tecnologia da informação. A Universidade de São Paulo (USP)
desbancou a francesa Sorbonne no ranking das faculdades mais renomadas do
mundo.
Na área de tecnologia, a instituição paulista
oferece cursos de Ciências da Computação (São Paulo e São
Carlos) Engenharia da Computação (São Paulo e São Carlos), Física Computacional (São Carlos), Sistemas de Informação (São Paulo), Matemática Aplicada e
Computacional (São Paulo), Informática (São Carlos) e outros cursos
relacionados ao tema.
