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Fábio ao lado de sua mãe, Alda, na orla de Maceió em 2012
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Depois de matar a mãe, Fábio seguiu em direção a
Maceió pela BR-316, parou o carro em um posto da PRF e confessou o crime
“Viver sem amor é muito ruim”.
Essa foi a declaração do professor universitário Fábio Augusto Antea Rotilli,
33 anos, preso em flagrante acusado de matar a mãe atropelada na BR-316,
próximo ao município de Satuba, em Alagoas. O crime aconteceu no fim da tarde
de quarta-feira (18). havia saído do campus da Universidade Federal de Alagoas
(Ufal) de Arapiraca e seguia junto com a mãe, Alda Marina Antea, 62 anos e uma
amiga para Maceió. Testemunhas contaram à Polícia Rodoviária Federal (PRF) que
a senhora desceu do carro e, enquanto passava pela frente, o professor arrancou
com o veículo. “O homem disse que estava vindo no banco do carona e ia assumir
a direção. Enquanto a senhora saiu para passar para o banco do carona, ele
acelerou e ela caiu na frente do veículo com o impacto da porta. Ele aproveitou
a queda e passou diversas vezes por cima do corpo num acesso de fúria”, afirmou
um policial ao portal G1. Fábio declarou que tentou estrangular a mãe com o
cinto de segurança do veículo, mas ela teria conseguido se libertar e desceu do
carro. Então a atropelou e passou com o carro por cima do corpo sete vezes, de
acordo com publicação do portal de noticias de Alagoas Tribunal Hoje. Sem
demonstrar arrependimento, ele alegou que nunca havia recebido carinho da mãe.
"Não estou arrependido. Fiz na hora certa. Viver sem amor é muito
ruim", afirmou Fábio. Alda morava no Paraná e estava em Maceió para passar
alguns dias com o filho. O professor foi autuado em flagrante por homicídio
qualificado.
