Filho do gerente administrativo e financeiro do
Bahia, Reub Celestino, o médico Adriano Fonseca se posicionou em fórum de
discussão dirigido a torcedores do clube sobre a relação que está sendo feita
com o fato da gestão de Marcelo Guimarães Filho ter sido contestada, entre
outros fatores, por ter contratado duas irmãs para trabalhar no setor jurídico
do time e o fato vir a se repetir na atual administração. “Fui convidado na
terça-feira por Fernando Schmidt e depois por Marcos Lopes o qual já
havia me convidado outras vezes. Porém eu nunca havia aceitado por não concordar
com as gestões anteriores. O fato de meu pai trabalhar lá é por mérito dele.
Resgatou uma empresa falida e a colocou entre as três de maior crescimento
nacional. Negar este fato como competência seria cegueira proposital ou falta
de bom senso . Não é a toa que ele tem mestrado, doutorado, pós doutorado ,
fellowship e reciclagem profissional nos Estados Unidos e todos por concurso
público . Tendo sido o único do nordeste aprovado em um deles depois de mais de
15 anos e classificado em 2 o lugar geral do Brasil . Foi consultor do banco
interamericano de desenvolvimento e do banco mundial entre outro serviços que
não necessito mais postar aqui. Tenho um imenso orgulho e amor por ele e não
serão mentalidades tacanhas e beligerantes que vão me demover de sempre
apoiá-lo “, declarou Adriano Fonseca. O médio também falou da ação contra o
Bahia. “Coloquei uma ação sim contra o Bahia. Uma ação trabalhista pois estava
lá na condição de medico, trabalhador e fiquei 16 meses sem receber salários.
Esta ação já teve fim e já recebi o que era de direito . Minha ação não era de
torcedor e sim de funcionário que não foi pago. Vários jogadores e treinadores
colocaram ação contra o Bahia e mesmo assim retornaram ao clube . No momento
existem algo entorno de 300 ações contra o Bahia fruto da temerária gestão
anterior”, se defendeu.
Adriano
Fonseca trabalhou no Bahia de 1999 até 2006.
