Técnica popular entre
mulheres usa bola de ferro com haste para desenvolver flexibilidade, força e
resistência, mas é preciso ter condicionamento físico prévio para praticar Os
exercícios com o Kettlebell são práticos, mas é necessário, por questões
de segurança, aprender as técnicas com um profissional de Educação Física Uma
bola de ferro oca com uma haste, com oito ou 12 quilos, promete fazer mudanças
consideráveis no condicionamento do corpo em um período relativamente curto de
tempo. É assim o chamado Kettlebell, uma modalidade de exercícios físicos que
vem ganhando destaque no Brasil. Segundo o americano Steve Cotter, presidente e
fundador da Federação Internacional de Kettlebell e Fitness (IKFF), quem
praticar rotinas com o Kettlebell durante 20 minutos, três vezes por
semana, poderá notar resultados a partir de duas semanas e atingirá um bom
nível de condicionamento depois de seis meses. “Comecei a me exercitar com
kettlebell na época da faculdade, pois havia parado com as artes marciais por
não ter mais tempo. O Kettlebell é muito prático e consegui recuperar meu condicionamento
físico”, conta Cotter.
Regis Stefanelli, gerente de ginástica da academia
Companhia Athletica, explica que a modalidade não é para iniciantes. “A pessoa
precisa ter um certo condicionamento físico antes, por ser um exercício de alta
intensidade. O Kettlebell é complementar à musculação, não a substitui”. “Essa modalidade está ficando muito popular
entre as mulheres, porque é especialmente bom para as pernas e glúteos, além de
tonificar os músculos do braço. Provavelmente este é o melhor exercício para
mulheres”, acrescenta Cotter.
O americano recomenda
que a pessoa que deseja praticar esse tipo de exercício que aprenda a técnica
com um profissional qualificado antes de qualquer tentativa. “É uma
recomendação por questões de segurança”, explica. O presidente da IKFF conta
que os exercícios regulares aumentam a força, resistência e flexibilidade, mas
pessoas com algum problema de saúde, hipertensão, doenças cardiovasculares
e doenças crônicas, como restrições de mobilidade por conta da coluna e joelho,
devem sempre consultar um médico antes.

