Se a Odebrecht e a OAS
desprezaram quase R$ 4 bilhões é porque o negócio não é nada bom…

A construtora baiana
distribuiu uma Nota de Esclarecimento colocando sua posição diante da sua
ausência, juntamente com a OAS, do leilão realizado na BM&FBovespa, que
teve como único participante o consórcio formado pela Companhia de Participações
em Concessões (CPC), empresa controlada pelo Grupo CCR (veja no
www.bahianegocios.com.br – “Sistema Metroviário de Salvador e Lauro
de Freitas”). Abaixo, a Nota da Odebrecht: “Em relação às recentes
notícias veiculadas sobre o processo licitatório do Metrô de Salvador, a
Odebrecht esclarece que desde junho de 2011 tem investido e participado
ativamente das discussões e procedimentos relacionados ao transporte público na
Região Metropolitana de Salvador, o que resultou na apresentação, ao Governo
do Estado da Bahia, de sua manifestação de interesse e o pedido de
autorização para, em conjunto com o Sindicato das Empresas de Transporte de
Passageiros de Salvador (SETPS), realizar estudos de viabilidade para a
implantação, operação e manutenção de um sistema de BRT (Bus
Rapid Transit) integrado à linha 1 do Metrô. ” Com a decisão do
Governo, de promover uma Parceria Público-Privada para a implantação, operação
e manutenção de um Sistema Metroviário entre Salvador e Lauro de Freitas, a
Odebrecht prosseguiu contribuindo, investindo e trabalhando para apresentar uma
proposta. Para isso se associou à Invepar, empresa que havia iniciado os
estudos voltados ao modal metroviário. Durante todas as fases do processo, a
Odebrecht realizou estudos, intercambiou informações, apresentou sugestões e
questionamentos. Mas, infelizmente, as conclusões dessas análises não
permitiram que a empresa apresentasse uma proposta sustentável em relação aos
compromissos pretendidos pelo Governo. A Odebrecht, organização brasileira com
presença em mais de 80 países, reafirma seu compromisso com o desenvolvimento
da Bahia numa aliança iniciada há quase 70 anos, período em que vem realizando
grandes investimentos em benefício de sua população, seja em empreendimentos de
infraestrutura, realizações imobiliárias ou na área petroquímica, através da
Braskem. Para citar alguns dos mais recentes, entre tantos outros, destaca-se a
reconstrução da Arena Fonte Nova, a instalação do Estaleiro Enseada do
Paraguaçu – empreendimento privado com investimentos superiores a R$ 2,6
bilhões e que resgata a indústria naval na Bahia, gerando milhares de empregos
-, a construção e operação do Sistema Viário BA-093 e a implantação do Sistema
de Disposição Oceânica de Jaguaribe, um dos mais importantes projetos de
saneamento realizados nos últimos anos na capital baiana”.
Fonte Bahia Negócio